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sábado, 25 de abril de 2026
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Entre o Sagrado e o Proibido: Revisitando o Clássico "Pássaros Feridos"
Existem leituras que nos marcam de tal forma na juventude que o tempo não é capaz de apagar. Li Pássaros Feridos há muitos anos e, agora, revisitando a obra com meu olhar de professora, percebo nuances que a menina do ensino médio ainda não conseguia alcançar.
Sobre a Obra:
A trama nos leva às paisagens vastas da Austrália, mas o que realmente nos prende é a intensidade entre Meggie e o Padre Ralph. É uma jornada sobre sacrifícios, a força do destino e aquela dor doce de um amor que enfrenta barreiras que parecem instransponíveis. É um romance que mergulha no drama das escolhas impossíveis.
Minha Poesia:
Inspirada pela metáfora central deste livro — a lenda do pássaro que busca o espinho para cantar sua nota mais bela antes de partir — escrevi estes versos:
Pássaro Ferido
Há uma lenda de um pássaro
Que nunca sai pra cantar
Mas que um dia sem embaraço
Sai do seu próprio ninho
À procura de um galho com espinho
Para poder se espetar
Então ao se empalar
Ele não nota o que está a se passar
E canta mais suave
Que qualquer ave
Canta sem parar
O canto é o mais lindo
Que um canto de pássaro pode chegar
Ele chega na perfeição
Mas não se engane não
Pois sua vida vai terminar
Ele sublima a própria agonia
Num canto mais belo que a cotovia
Até não sobrar vida
E a última nota seja muito querida
Pois vai ser a última a soar.
(Ingrid Vilar Accioly)
Minha Avaliação:
Este livro é essencial para quem busca uma história profunda e emocionante. Ele não entrega um final óbvio; ele entrega verdade e emoção pura. Se você gosta de clássicos que mexem com a alma e quer entender por que essa história atravessa gerações, esta é a minha recomendação de hoje.
Onde encontrar:
Você pode garantir o seu exemplar (físico ou digital) através do link abaixo na Amazon:
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Bem vindos ao Versos na areia - Livros e Poesia
Este espaço nasceu em 2007 como um diário de memórias e poesias. O tempo passou e muita coisa mudou: aquela menina que cursava a faculdade e escrevia seus "primeiros pitocos" cresceu. Hoje, como professora, meu olhar sobre as palavras e o conhecimento se transformou, mas a essência — o amor pela escrita — continua aqui.
O que antes era um refúgio pessoal, hoje abre suas portas para quem busca uma pausa na correria. Aqui, compartilho meus novos versos e mergulho no universo dos livros. Mais do que resenhas, você encontrará sinopses sentidas e indicações de leituras que transformam.
Para quem, assim como eu, acredita que ler e escrever pedem um ambiente acolhedor, também trarei dicas de tudo o que envolve esse ritual. Como o meu dia a dia envolve muito estudo e escrita, vou partilhar itens de papelaria (canetas, cadernos, diários) e o suporte da tecnologia (leitores de ebook, tablets, fones e capas).
Vou mostrar também escolhas de conforto, como cadeiras e mesas ideais, para que o seu momento de mergulho em um livro seja completo. Fique à vontade, a casa é sua e a poesia está apenas começando.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Inversão de valores
Não sei se o jornal procurou saber a verdade dos fatos, mas já deixa claro q a imagem da senhora é ilustrativa, e explica q a escola não iria confirmar isso ja q prejudica a imagem da escola e da professora. Eu não duvido nada q isso tenha acontecido, mas fica a cargo de cada um acreditar ou não q isso ou algo similar aconteça todo dia no cotidiano das salas de aula nesse país.
Professor não é o salvador , ele está lá para orientar , educar nas diversas disciplinas que se estuda. Nao são psicólogos, nem tem esse aparato, nao somos enfermeiros, médicos, nem os pais desses alunos que tem que dar educação básica. E muitas vezes tem q levar desaforos de pais que acham que os filhos estão sempre certos. E concordar ( ser obrigado a isso) em passar alunos q não tem condições de passar de ano só para fazer parte de números de alfabetização e garantir q a escola pública que ensine, com isso ganhe dinheiro como prêmio por passar por passar. Resultado, um monte de gente analfabeta funcional, mal educada, q não respeita limites e se acham impunes pq são de menores, cometendo furtos, se drogando e agredindo familiares.
Me digam o que acham disso? Se concordam, discordam? E qual seria a melhor solução para evitar situações mais tarde em que faltou a boa educação de casa?
domingo, 12 de janeiro de 2014
Viver - poesia dedicada à lembrança da minha querida avó Alba Accioly
Viver
Viver nesta terra abençoada
Com a qual não se quer nada
A não ser felicidade, paz e amizade
Entre as pessoas que nela estão
Então? Como vai ser a vida até a morte?
Para morrer só precisa estar vivo
Mas o que há de fazer até lá?
A vida seria uma prova, uma porta
Um caminho para o paraíso eterno
Mas é preciso respeitá-lá, amá-la e vivê-la intensamente
Para que o espírito se satisfaça eternamente...
Ingrid Vilar Accioly
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Um feliz jardineiro - poesia
Outro dia, estava na casa do meu pai, e ele se lembrou dessa poesia por causa do nome que eu vou pôr na minha filha, Iasmin. Como esse nome deriva do jasmim, e a poesia falar de flores, se não me engano inclusive cita jasmim, ele disse: olha aí, eu já estava prevendo que vc ia ter uma filha com um nome assim. Hehhehe e ficou entusiasmado em continuar a "saga da poesia" , quer escrever uma continuação para ela, provavelmente citando Iasmin nessa futura poesia. Bem, para não perder o fio da meada, vou colar a poesia aqui ( poesia que não sei como ele desenterrou da internet, acho que nem eu mesma a tinha mais, só nos backups da vida) para não esquecer dessa linda poesia feita com tanto amor pelo meu pai para mim. Vamos a ela...
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Metas
O chá de bebê já está sendo organizado pela minha mamãe heheheh, e estou preparando o quarto da Iasmin. Que ainda está longe de estar pronto, eu confesso. Então me pus a planejar essa semana, a listar coisas que faltam fazer para o quarto ficar pronto, onde atualmente é ainda o escritório e ao mesmo tempo deposito de entulhos. Coloquei o que fazer, prazos para conclusão e grau de importância e colei na geladeira para me lembrar e estimular. Vi outro dia no programa Bem Estar, que se deve planejar com tais itens. Vamos ver se dá certo. Vocês fazem assim quando tem muito a se fazer ou deixam rolar e fazem quando lembram? Acho que dá um maior impulso para a gente executar, listando isso num papel ou hoje em dia, num celular ou tablet. E confesso também que não sou muito organizada, isso talvez ajude, ainda mais quando eu for mãe e tiver mil e uma coisas para lembrar. Já passei pela boa vida de estudante, onde só tinha que me dedicar aos estudos e tinha papai e mamãe para me dar tudo que queria. Depois de casada, e já com empregos fixos, me vi na situação de lidar com casa, contas para pagar, trabalho, doutorado e com a tarefa de cozinhar que nunca fiz na vida. E agora juntando isso tudo, menos o doutorado que já terminei, vem a nova vida de ser mãe e padecer no paraíso como dizem, com noites em claro e pouco tempo para mim. Espero dar conta como dei na cozinha heheheheh.
Já comprei algumas coisas básicas como banheira, carrinho, bebê conforto, berço de tela, mas falta muito mais: mandar fazer armário, berço, cama para quem for me ajudar no primeiro mês, cadeira de balanço para dar de mamar, ar condicionado, entre outras coisas pequenas, onde estou torcendo para ganhar no chá de bebê.
Outra meta para 2014, que não sei se vou conseguir já que vou ter muito o q fazer nos 6 meses de licença maternidade seria estudar para concurso público. A idéia é melhorar cada vez mais o salário, já que vamos ter mais uma boca para alimentar. Até porque salário de professor não é lá essas coisas, se tem que desdobrar ensinando 3 turnos pelo menos para se ter uma vida de conforto. Bem, é isso, espero não ter me prolongado muito, vou deixar o resto para outros posts. Estou esperando sua visita, e seus comentários. Um abraço!!!

