"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"A-Antoine de Saint-Exupéry
Exupéry

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terça-feira, 13 de novembro de 2007

Mulheres com curvas teriam filhos mais inteligentes

Vou já medir a proporção dos meus quadris com minha cintura para ver o que dá hehehee. MAs agora é dificil, tou gordinha até na cintura KKKKKKKK. É interessante essas pequisas, eu gosto de ler isso, além de me sentir bem as vezes posso ficar refletindo sobre a evolução humana! Espero que gostem, pelo menos o texto é mais curto. Boa semana a todos e vamos participar da Blogagem coletiva sobre a Dengue, dia 22 de novembro!
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Um estudo publicado pela revista científica Evolution and Human Behaviourafirma que mulheres com curvas são mais inteligentes e têm filhos maisespertos.A explicação dos pesquisadores é que os ácidos graxos ômega 3, que seacumulam nos quadris e nas coxas das mulheres, servem de alimento para océrebro e são essenciais para o desenvolvimento neurológico dos bebêsdurante a gravidez.Os pesquisadores Stephen Gaulin, da Universidade da Califórnia, e WilliamLassek, da Universidade de Pittsburgh, usaram dados do Centro Nacional deEstatísticas de Saúde, nos Estados Unidos, para fazer o estudo e descobriramque a relação cintura-quadril das mães estava diretamente relacionada aodesempenho delas e dos filhos em testes de cognição.Quanto mais gordura acumulada na parte inferior do corpo das mães, e não nacintura, melhor eram as notas nas provas. "Coxas e quadris fartos guardamnutrientes essenciais que alimentam o cérebro e podem produzir criançasinteligentes também", disse Gaulin ao jornal The Daily Telegraph.Os cientistas acreditam que é essa é mais uma razão pela qual os homens sesentiriam mais atraídos pelas mulheres "com curvas". "Os homens reagem aisso porque é importante para a reprodução (da espécie)", afirmou Lassek aojornal.O estudo também concluiu que mães adolescentes têm filhos com problemascognitivos porque não têm uma reserva suficiente de ácidos graxos, mas ospesquisadores afirmam que as que têm quadris largos acabam sendo menosafetadas pelo problema.BBC Brasil

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Fofoca e a evolução

Óleo sobre tela, Fofoca, 1943.
Site: www.pr.gov.br/viaro/anos40/fofoca.jpg

É gente, a fofoca é poderosa. Me inspirei hoje de colocar esse texto graças ao mural do amigo secreto da Meire. Estou perdendo o futebol (Brasil e Chile) mas vamos lá. Falando de mim, antes de entrar no texto da fofoca, olha, amanhã vou despachar meu curriculo para ser avaliado para poder entrar no doutorado. Rezem por mim! Desta vez vai! Não é possível!


Vamos lá para fofoca, achei interessante o começo e final do texto, mas se quiserem ler todo fiquem a vontade. MArquei em vermelho o que eu achei de mais importante. Mas moral da historia, uma fofoca é mais confiada pelos outros mais do que os fatos, seja para positivo ou para negativo. Vamos ver o texto? Parece ser tirado da New York Times. MAs recebi isso por email através de um grupo de estudo do Yahoo. Boa noite e AVANTE BRASIL no JOGO!


Os fatos não conseguem vencer as fofocas, aparentemente Até agora o cara que escreveu esse texto (John Tierney), era firmemente a favor das fofocas. Ele gostava da teoria de que a fofoca era a razão pela qual se desenvolveu a linguagem. Ele aplaudia os pesquisadores que acreditavam que a fofoca foi o grande salto evolucionário que permitiu que os macacos humanos vivessem pacificamente em grandes grupos, desenvolvessem códigos morais, construíssem civilizações e, eventualmente, vendessem tablóides em supermercados.Mas agora ele se pergunta se não saltamos longe demais. Em um artigo sobre a fofoca, publicado na segunda-feira (8/10), biólogos evolucionistas na Alemanha e na Áustria identificaram uma vulnerabilidade que poderia ser chamada de paradoxo Chico Marx, por razões que ficarão claras quando lerem sobre esse experimento.Os pesquisadores partiram para testar o poder da fofoca, exaltado por teóricos nas últimas décadas. A linguagem, de acordo com o antropólogo Robin Dunbar, evoluiu porque a fofoca é uma versão mais eficiente da interação social essencial para os animais viverem em grupos.

Os macacos e outras criaturas solidificam seus laços sociais limpando e acariciando uns aos outros, mas o tamanho do grupo é limitado porque não há tempo suficiente em um dia para fazer o asseamento de um grande número de animais.A fala permitiu aos humanos que se ligassem com muitas pessoas enquanto continuavam caçando e colhendo. Em vez de gastar horas tirando nós dos cabelos, podiam se unir com conversas amigáveis ("Seu cabelo está tão sem nós hoje!") ou apontando o comportamento dos outros ("Sim, ele devia compartilhar a presa, mas ouvi dizer que ficou com as duas ancas").A fofoca também mostrou às pessoas em quem podiam confiar, e a perspectiva de ter má fama desestimulou-as de agir de maneira egoísta, de forma que grandes grupos puderam cooperar pacificamente. Ao menos, essa era a teoria: a fofoca promoveu a "reciprocidade indireta" que tornou a sociedade humana possível.Para testá-la, os pesquisadores do Instituto Max Planck de Biologia Evolucionista e da Universidade de Viena deram 10 euros para 126 alunos e os fizeram jogar um jogo que os colocavam em um dilema. A cada rodada, os jogadores teriam a chance de dar 1,25 euros a outro. Se concordassem em ceder o dinheiro, os pesquisadores acrescentavam um bônus de 0,75 euros para que a pessoa recebesse 2 euros.Se o primeiro jogador se recusasse a dar o dinheiro, ele economizaria 1,25 euros, mas se os outros descobrissem sua avareza, mais tarde poderiam evitar dar dinheiro a ele. Com a progressão do jogo e os jogadores mudando de parceiro freqüentemente, alternando entre os papéis de doador e recipiente, os jogadores receberam informações sobre as decisões de seus antigos parceiros.Algumas vezes o doador recebia um histórico do que o parceiro havia feito antes, quando no papel de doador. Quanto mais generoso seu parceiro tivesse sido com os outros jogadores, mais provável era que o doador lhe desse algo.Algumas vezes, mostrava-se ao doador uma fofoca sobre o parceiro. Quando era um elogio como "jogador generoso!", o doador tinha maior chance de dar dinheiro. O doador, entretanto, tornava-se mão fechada quando via uma fofoca chamando o parceiro de "miserável terrível".Até agora, tudo bem. Como previsto, a fofoca promoveu reciprocidade indireta.
A pesquisa, publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences, mostrou que a maior parte das pessoas fazia fofocas precisas e as usava para o bem comum. O comportamento cooperativo era compensado mesmo quando os próprios doadores não eram diretamente afetados pelo comportamento.Se um jogo de cooperação como esse fosse jogado sem conseqüências para a fama dos jogadores -como foi feito em outros experimentos- a maior parte dos jogadores era avarenta e a cooperação desmoronava. Nesse experimento, eles foram generosos na maior parte do tempo e, em média, terminaram com o dobro de dinheiro que tinham no início do jogo.Aqui vai a notícia desconcertante do experimento: em duas rodadas, cada doador recebeu os fatos e as fofocas. Cada doador recebeu um histórico de como seu parceiro tinha se comportado antes, assim como alguma fofoca -positiva em uma rodada e negativa na outra.O doador foi informado que a pessoa que criou a fofoca não teve informações além das que o próprio doador podia ver por si mesmo. Ainda assim, a fofoca, positiva ou negativa, teve uma grande influência nas decisões dos doadores, e nem importava se a fonte da fofoca tinha uma boa reputação ela mesma. Em média, a cooperação aumentou em cerca de 20% quando a fofoca era boa e caiu cerca de 20% quando era ruim.Talvez você pense que a fofoca teve importância apenas em casos duvidosos -quando o doador recebeu um histórico variado e apreciou a orientação de um terceiro ao fazer sua dura decisão. Mas a fofoca teve um impacto em outras situações também. Mesmo quando um jogador via que seu parceiro tinha um histórico de maldade consistente, ele era influenciado pela fofoca positiva e compensava o parceiro de qualquer forma. Ou não ajudava um parceiro perfeitamente legal, apenas com base na fofoca maliciosa.Esse resultado pode não chocar . Mas pareceu surpreendente para os pesquisadores, de acordo com o principal autor, Ralf D. Sommerfeld, do Instituto Max Planck."Se você sabe que já tem todas as informações sobre alguém", disse ele, "racionalmente você não deveria dar tanta importância ao que o outro diz."Então por que fazemos isso? "Talvez estejamos mais adaptados a ouvir outras informações do que observar as pessoas, porque a maior parte do tempo não somos capazes de observar como os outros estão se comportando. Então talvez acreditemos que perdemos algum fato", sugere. Visite o site do The New York Times

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Homens de voz grossa têm mais filhos, indica estudo. UAU!

Olá amigas. Não é preguiça essa demora de post. E sim falta de tempo e de inspiração. MAs logo terei algo novo para postar, só faltam as figuras na verdade de um evento que fui ontem (27/09) chamado MODART. Foi um desfile de modas, com standes, onde tinham manequins com vestidos de costureiros famosos daqui da minha cidade (e acho que tb do Rio de Janeiro), acho até que vi um de Clodovil, mas nao sei ao certo se era o Clodovil famoso. Bem, o fato é que minnha avó paterna foi prestigiada, com alguns vestidos que ela fez a uns 20 anos atrás. Estavam 3 vestidos (acho eu que eram 3, dois nao tinham identificação, mas estavam juntos), e fotos dela com outros vestidos de noiva, coisa de alto costura. Só queria que ela estivesse viva para ver. Mas foi lindo ver a arte dela, onde algumas pessoas ainda guardam de lembrança, vstidos bordados com muito carinho e dedicação. Mas vou postar isso somente quando tiver os manequins para mostrar.

O post de hoje ainda é de evolução. Sabiam que a voz grave dos homens podem ser as mais atraentes pelas mulheres? POis é, um estudo mostra isso. Assim homens com voz mais grave que outros tendem a ter mais filhos que os de vozmenos grossa. Abaixo o texto falando sobre esse estudo. Bjos, vou terminar aora (5:40 da manha) de fazer a mão do perna longa, quando terminar o desenho todo no Corel mostro para voces (exercício do curso de webdesigner, ja que faltei a aula ontem a noite para ver a arte da minha vovó no shopping MidwayMall).

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26/09/2007 - 06h50

Da BBC Brasil
Homens de voz grossa têm tendência a ter mais filhos do que os de voz fina, sugere um estudo que acompanhou uma sociedade tribal na Tanzânia, publicado na revista especializada Biology Letters. A antropóloga Coren Apicella, da Universidade de Harvard, analisou as vozes dos homens da tribo de caçadores Hadza, que puderam ser objeto de estudo porque não têm controle de natalidade e vivem, basicamente, como nossos ancestrais.Segundo o estudo, compartilhado com David Feinberg, da Universidade McMaster e Frank Marlowe, da Florida State University, os homens de voz mais grossa têm, em média, dois filhos a mais do que os de voz mais fina.A conclusão confirma a observação de que as mulheres, em geral, preferem os barítonos, explicam os autores do artigo. "Há várias razões que podem explicar por que a voz grossa e uma reprodução bem sucedida estão relacionados" , diz Apicella.Vozes mais grossas sugerem níveis mais altos de testosterona - o hormônio masculino - o que poderia levar as mulheres a ver esses homens como melhores caçadores e, conseqüentemente, melhores provedores, disse Apicella à BBC."Ou pode ser que os homens de voz mais grossa simplesmente comecem a se reproduzir mais cedo. Nós ainda não sabemos o que está por trás disso", completou.Gravação O grupo de cientistas liderados por Apicella escolheu os Hadza por que "eles abrem uma janela para o nosso passado" e seu comportamento poderia ilustrar facetas chave da evolução.As mulheres Hadza catam frutas e tubérculos e os homens caçam e coletam mel. Os casamentos não são arranjados, então, os homens e mulheres podem escolher seus parceiros livremente.Os Hadza são monogâmicos, mas "casos" extra-conjugais são comuns, e a taxa de divórcio é alta. Para o estudo, os cientistas gravaram as vozes de 49 homens e 52 mulheres entre as idades de 18 e 55 anos. "O método foi muito simples", explica Apicella, "fui a nove vilarejos diferentes e gravei as vozes deles, com um microfone, falando 'Hujambo', que quer dizer 'olá'.""Depois analisei as vozes e sua tonalidade, e comparei com a história reprodutiva da pessoa - quantos filhos eles têm e quantos ainda estão vivos."Os resultados indicam uma relação entre a tonalidade e a quantidade de filhos dos homens, segundo ela, afirmando que os de voz mais grossa têm mais crianças. "Nós também concluímos que, para as mulheres, a tonalidade da voz não está ligada à reprodução." Olimpíadas Hadza Por causa das semelhanças entre o estilo de vida Hadza e o de nossos ancestrais, o sucesso reprodutivo da tribo poderia ser um indicador de como os seres humanos evoluíram.Se as mulheres são mais atraídas por vozes mais grossas, isso poderia levar a uma seleção - em outras palavras, os homens de voz mais grossa se tornariam dominantes depois de algum tempo."É possível que o dimorfismo vocal (a diferença de tonalidade entre as vozes masculina e feminina) tenha evoluído durante milhares de anos, parcialmente por causa da seleção de parceiros", disse a antropóloga. "Talvez, em algum momento, as vozes masculina e feminina fossem mais parecidas do que são hoje."O grupo planeja ampliar o estudo e agora analisa dados colhidos entre os Hadza para determinar se a voz grossa dos homens da tribo é um indicador de desempenho geral."Eu organizei as 'Olimpíadas Hadza'", disse ela. "Os homens da tribo participaram de várias atividades, como competições de arco e flecha, corridas, caça, etc.""Agora vou analisar esses dados para ver se há relação entre a tonalidade da voz e o sucesso no desempenho geral e no reprodutivo" , conclui.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Os humanos podem acelerar evolução

Esse texto que vou colocar abaixo, fui ler no meu e-mail mas pode ser visto tb nessa página


É, nós temos sem querer, o poder de mudar a história evolutiva de muitos seres vivos. Isso é um prato cheio para os citogeneticistas de peixes, como eu. Bjos e bom final de semana, hoje não estou muito inspirada, só doida para descansar!
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Não é segredo que a vida no século 21 se move a largos passos. Invenções como a internet, celulares e fibra ótica aumentaram a velocidade da comunicação tornando possível para alguém estar virtualmente em dois lugares ao mesmo tempo.
Mas os humanos podem acelerar um dos processos mais lentos e básicos da natureza, a evolução?Um estudo de J. Todd Streelman do Instituto de Tecnologia da Georgia (EUA) sugere que os humanos podem ter acelerado o relógio evolucionário para uma espécie de peixes.
Os peixes da família Cichlidae são conhecidos pelos biólogos pela sua rápida taxa evolucionária. Enquanto leva milhares de anos para muitos animais formarem novas espécies, se estima que estes peixes do lago Malawi, na África, formaram mil espécies em apenas 500 mil anos. Isso é como viajar à velocidade da luz em termos evolucionários.

Na década de 1960, um exportador de peixes pode ter iniciado uma explosão evolucionária involuntariamente quando introduziu indivíduos da espécie Cynotilapia afra em um lago dos EUA na ilha de Thumbi do Oeste.Streelman havia documentado a presença da espécie naquele local em 1983.
Em 2001 ele descobriu que os peixes haviam evoluído em duas variedades geneticamente distintas em menos de 20 anos. O estudo foi publicado na edição de 13 de agosto da revista Molecular Ecology.“Esse é um excelente exemplo de evolução induzida pela ação humana”, disse Streelman. “É mais um item de uma lista de casos que está crescendo que inclui salmão, moscas e plantas que foram introduzidas quando os distúrbios causados pelos humanos criam um estágio de evolução contemporânea em escalas nunca antes vistas.”

Os peixes haviam evoluído em duas populações de cores distintas, uma do lado norte da ilha e outra no lado sul, disse o pesquisador. Os padrões de cores dos Cichlidae são importantes para a seleção de companheiros, portanto estas marcas distintas podem promover a evolução de novas espécies.

Se isso ocorrerá novamente e quanto tempo levará são questões que Streelman está disposto a responder. “Pode ser que haja uma nova espécie em mais 20 anos, no entanto isso depende de uma série de fatores. De qualquer maneira temos uma excelente oportunidade de seguir a trajetória evolucionária destas populações através do tempo. Planejamos voltar para a ilha em julho do próximo ano para mais estudos”, ele disse. “Thumbi do Oeste será um local valioso para trabalharmos nos próximos anos.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

ANSIEDADE

Essa semana acho que sofri de ansiedade e algo aconteceu. Eu li uma coisa e era outra totalmente diferente. A ânsia de fazer doutorado, de passar na seleção sem deixar nada errado que pudesse atrapalhar meus objetivos me levaram a ler errado no edital o dia da inscrição, li dia 10 como sendo setembro. E na verdade era outubro. Parece até que sou analfabeta né? Mas foi a sensação de pressa, de ser o momento de agir, que me levou ao erro. Me apressei com os documentos, fiz meu orientador reler o projeto e modifica-lo um pouco, tirei xerox, atualizei curriculo lattes, paguei a taxa de inscrição no banco. TUDO essa semana! Quando na verdade tinha-se ainda um mês para isso. Fazer o que né? Quando descobri ontem, quando tentei fazer a inscrição on line, dizia : DATA INVALIDA PARA INSCRIÇÃO! É o que ? Eu disse! Daí vi no edital a data certa. A única coisa que tava faltando era autenticar os documentos no cartório! Isso já posso fazer mais tranquila. E achar um dos resumos de um dos meus trabalhos de graduação!

Baseando-se nisso, pesquisei no wikipedia sobre a ansiedade. Que na verdade existe para nós como um jeito de ficarmos atentos para o perigo, coisa da evolução mesmo. MAs que hoje em dia está mais ligado a nosso trabalho, nossa rotina que estressa! Meus sintomas de stress são normalmente não relaxar a noite, demorar a dormir, mesmo cansada, e fazer pitoco nos lençois da cama é a única maneira que encontro para me acalmar. Nunca ruí unha! Depois explico o que é "pitoco", que tem a ver com o nome do blog (MEUS PITOCOS). Aí vai o que achei no Wikipédia sobre ansiedade. Bom final de semana a todos!


Ansiedade é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de medo, perigo ou de tensão, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, nervosismo, aperto no tórax, transpiração, etc.
Todas as pessoas podem sentir ansiedade, principalmente com a vida atribulada atual. A ansiedade acaba tornando-se constante na vida de muitas pessoas. Dependendo do grau ou freqūência pode se tornar patológica e acarretar em muitos problemas posteriores, como o
transtorno da ansiedade.

Unhas roídas, característica de ansiedade
Ter ansiedade ou sofrer desse mal faz com que a pessoa perca uma boa parte da sua auto-estima, ou seja, ela deixa de fazer certas coisas porque se julga ser incapaz de realizá-las. No entanto, o termo ansiedade está de certa forma interligado com o a palavra medo, sendo assim a pessoa passa a ter o medo de errar quando da realização de diferentes tarefas, sem mesmo chegar a tentar.
Esses dois aspectos tanto a ansiedade quanto o medo, não surgem na vida da pessoa por uma escolha, acredita-se que de certa forma, alguma palavra dita no seu passado por alguém, uma ofensa, um comentário, uma atitude negativa em relação a pessoa que sofre desse mal, pode ser a causa principal do surgimento desses sintomas. É necessário então que a pessoa encontre um meio de superação e continue vivendo, tendo a certeza, que as coisas ruins vividas no passado servirão apenas de crescimento e amadurecimento futuro.
A actividade física está associada à redução de estados de ansiedade.
As pessoas ansiosas têm um vasto número de sintomas (veja a lista abaixo). Muitos resultam de um aumento da estimulação do sistema nervoso vegetativo ou autónomo, que controla o "reflexo ataque-fuga".Outros são " somatizações", ou seja, os doentes convertem a ansiedade em problemas fisicos, incluindo dores de cabeça, distúrbios intestinais e tensão muscular. Cerca de metade das pessoas com ansiedade sofrem principalmente de sintomas físicos, normalmente localizados nos intestinos e no peito.


Sintomas:
Fadiga;
insônia;
falta de ar ou sensação de sufoco;
picadas nas mãos e nos pés;
confusão;
instabilidade ou sensação de
desmaio;
dores no peito e
palpitações;
afrontamentos, arrepios, suores, frio, mãos úmidas;
boca seca;
contrações ou tremores incontroláveis;
tensão
muscular, dores;
necessidade urgente de
defecar ou urinar;
dificuldade em
engolir;
sensação de ter um "nó" na
garganta;
dificuldades para relaxar;
dificuldades para dormir.

sábado, 8 de setembro de 2007

O dia do BEIJO!

Como hoje é meu aniversário do BEIJO, com o meu amor. (Longa história)

Vou falar sobre ele, cientificamente falando. Não amigas, Vivi, Meire, e Nana, não é aquele mesmo post não, fiquem tranquilas! hehehehe é outro. Mulheres do Brasil, concordam com esse texto? Eu concordo! Beijo bom é fundamental para início de um namoro! Mas acho que a mulherada tb gosta de beijo molhado! hehehehe

Bom sábado a todos!

Primeiro beijo pode determinar futuro da relação, diz pesquisa
da BBC Brasil

O primeiro beijo de um casal pode determinar o sucesso da relação no futuro, indica um estudo sobre o ato de beijar realizado por pesquisadores da Universidade de Nova York.

A equipe analisou reações e percepções de 1.041 pessoas sobre o beijo. Dessas, 59% dos homens e 66% das mulheres disseram já ter descoberto, após o primeiro beijo, não estarem mais interessados por quem se sentiam atraídos anteriormente.

"O que ocorre durante o primeiro beijo pode ter um efeito profundo sobre o futuro do relacionamento", relataram os autores da pesquisa no artigo publicado na revista científica "Evolutionary Psychology".

"Talvez o beijo nessas circunstâncias ative mecanismos que funcionam para desencorajar a reprodução entre indivíduos que podem ser geneticamente incompatíveis", dizem os pesquisadores.

O estudo indicou ainda que as mulheres em geral dão mais importância aos beijos do que os homens. Elas utilizariam o ato inicialmente para avaliar o receptor do beijo como um parceiro em potencial e, posteriormente, como forma de manter a intimidade e de analisar a condição do relacionamento.

Segundo o estudo, as mulheres teriam mais propensão em avaliar as habilidades do parceiro com pistas químicas (como o hálito e o gosto de suas bocas) e tomariam a aparência dos dentes como uma das principais variáveis analisadas para tomar a decisão de beijar alguém.

Os homens, por sua vez, utilizariam o beijo primordialmente como ferramenta para aumentar a possibilidade de envolvimento em uma relação sexual. Eles teriam menos reservas em relação à escolha de alguém para beijar ou manter uma relação sexual.

Segundo a pesquisa, os homens estariam mais propensos a ter sexo com alguém sem beijar, a ter sexo com alguém por quem não se sentem atraídos ou com alguém que consideram não beijar bem. E, ao contrário das mulheres, que consideram o beijo importante ao longo de todo o relacionamento, para os homens o ato perde importância com o passar do tempo.

Tipos de beijo

A pesquisa indicou ainda uma diferença no tipo de beijo preferido por homens e mulheres.

Os homens declararam preferir beijos mais molhados e com mais contato de língua. De acordo com os pesquisadores, isso poderia ser resultado de os homens terem menos capacidade de detecção químico-sensorial em relação às mulheres, necessitando assim de uma maior quantidade de saliva para fazer sua avaliação da parceira.

Além disso, eles consideram que a troca de saliva poderia ter uma função biológica de introduzir substâncias como hormônios ou proteínas nas bocas das mulheres para tentar influenciar sua propensão à relação sexual.

Segundo o coordenador da pesquisa, Gordon Gallup, o beijo se desenvolveu ao longo do tempo para se tornar uma parte essencial do processo de flerte.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Aonde foi parar o asteróide que matou os dinossauros?

Hoje não vou falar da independência. Apesar da blogaem coletiva hoje feita pela Veridiana ser sobre isso. Não estou inspirada para escrever hoje, desculpem amigos blogueiros!! Vou somente colar um texto interessante sobre a extinção dos dinossauros, que todo mundo sabe da versão do asteróide, mas ninguém sabe aonde está o tal do asteróide. POis bem, acredita-se ter achado o "maledigto" do asteróide maior que eliminou os dinossauros (se é que é assim que se escreve em italiando, corrija-me Meire!)!

Bom final de semana a todos e continuação de bom feriado! Eu vou descansar porque o dia foi agitado!


JC e-mail 3344, de 06 de Setembro de 2007.
17. Lasca de trombada cósmica matou os dinos, diz estudo


Colisão entre asteróides ocorrida há 160 milhões de anos produziu bólido que causaria extinção há 65 milhões de anos. Trio dos EUA e da República Tcheca diz estar 90% certo de ter achado "assassino'; destino dos répteis estava selado no auge da evolução

O destino trágico dos dinossauros estava selado muito antes que a maioria deles tivesse sequer chegado a aparecer. Um estudo publicado hoje revela que o asteróide que eliminou os grandes répteis há 65 milhões de anos foi resultado de um evento cósmico ocorrido 160 milhões de anos atrás.

Naquela época, quando os dinos começavam a conquistar o planeta, uma rocha de 60 quilômetros de diâmetro bateu em outra com três vezes esse tamanho em algum lugar entre as órbitas de Marte e Júpiter. O impacto esfacelou o pedregulho maior, lançando milhares de lascas pelo espaço.

Esse evento casual teve conseqüências profundas para a história da Terra. Uma dessas lascas, com cerca de 10 quilômetros de diâmetro, passou 95 milhões de anos vagando pelo Sistema Solar, até ser atraída pela gravidade terrestre e despencar sobre a península de Yucatán, no México.

O bólido abriu uma cratera de 200 quilômetros, causou um tsunami de um quilômetro de altura, incêndios em continentes inteiros, um inverno nuclear e depois um efeito estufa colossal. O choque exterminou mais de metade das espécies do planeta, numa das maiores hecatombes da história da vida.

Muitos cientistas acreditam que a colisão, que encerrou o Período Cretáceo e a era dos dinossauros, abriu mais tarde o caminho para o triunfo evolutivo dos mamíferos -nós.

Os cientistas já haviam reconstruído a tragédia ocorrida na Terra com uma precisão razoável. No entanto, até agora a identidade do assassino dos dinossauros permanecia desconhecida.

Na edição de 6 de setembro (2007) da revista científica "Nature" (http://www.nature. com), um trio de astrônomos apresenta a possível solução do mistério: o choque de 160 milhões de anos atrás, que criou a chamada família de asteróides Baptistina, produziu a pedra letal.

"Famiglia" fatal

Usando um modelo de computador, o americano William Bottke e os tchecos David Vokorouhlicky e David Nesvorny calcularam que há 90% de chance de um dos membros dessa família de pedregulhos espaciais ter se desgarrado de sua órbita e produzido a cratera de Chicxulub -onde, acredita-se, tenha caído o bólido do Cretáceo.

Não só isso: há também 70% de chance de outro fragmento da mesma família ter formado a cratera de Tycho (aquele "umbigo" da Lua, que pode ser visto da Terra com um bom par de binóculos). E 80% de chance de que algum Baptistina delinqüente tenha aberto rombos em Vênus e Marte.

"Acho que eles apresentam evidências muito interessantes e uma argumentação sólida", disse o astrônomo Richard Binzel, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, EUA, especialista em meteoritos.

Os cientistas usaram computadores para reconstituir a órbita dos milhares de asteróides da família Baptistina até o momento de sua formação.

Um fato que ajudou a relacionar um Baptistina com o cataclismo do Cretáceo foi o fato de essa família ser de um tipo raro, conhecido como condritos carbonáceos, ricos em água e materiais orgânicos.

"Das oito crateras na Terra que têm mais de 1 quilômetro de diâmetro (implicando um projétil de mais de 50 metros de comprimento) e menos de 200 milhões de anos de idade e cuja composição foi identificada, Chicxulub é a única formada por um condrito carbonáceo", escreveram em comentário ao estudo na "Nature" os astrônomos Philippe Claeys e Steven Goderis, da Universidade Vrije, na Bélgica.
(Folha de SP, 6/9)

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Por que as pessoas se beijam? Post antigo

Em comemoração ao dia do meu primeiro beijo com meu amor (dia 8), aqui vai um post velho do meu antigo blog, mas muito curioso falando do beijo no sentido evolutivo. Espero que gostem! E para quem já leu, passa a régua ou lê de novo! hehehe BJOCAS!


Por que as pessoas se BEIJAM?

Essa resposta é claro todo mundo sabe, mas há resposta científica para tal pergunta. Quer saber qual? Leia este texto da Live Science (tradução para Português pela On.Demand)

Os olhos dela brilham ao olhar nos seus. Você passa seu braço pela cintura dela e a traz para perto. Ela toca seu rosto e você se inclina, gira sua cabeça — para a direita, é claro — e seus lábios se encontram. A sensação súbita lhe dá pouco espaço para se perguntar “Por que diabos estou fazendo isso?” Claro, a resposta mais simples é que os humanos se beijam simplesmente porque é bom. Mas há pessoas que não se satisfazem com esta explicação. Elas estudam formalmente a anatomia e a história evolucionária do beijo, e são chamadas de "filematólogos”.
Por enquanto estes cientistas do beijo ainda não explicaram conclusivamente como a “pegação” humana começou, mas chegaram a algumas teorias, e mapearam como nossa biologia é afetada por um passional beijo de língua. Uma das grandes questões é se o ato de beijar é aprendido ou instintivo. Alguns dizem que é um comportamento aprendido, datando desde os dias dos ancestrais do homem. Naquele tempo, mulheres podem ter mastigado a comida e passado de suas bocas para as de crianças ainda sem dentes. Mesmo após os dentes nascerem, as mães continuariam a pressionar seus lábios nas bochechas dos bebês para confortá-los. O que apóia a idéia que beijar é um ato aprendido, ao invés de instintivo, é o fato de que nem todos os humanos beijam. Certas tribos pelo mundo simplesmente não beijam, dizem os antropólogos.

Enquanto 90 por cento dos humanos se beijam, 10 por cento não têm idéia do que estão perdendo. Outros acreditam que beijar é certamente um comportamento instintivo, e citam comportamentos similares em animais como prova. A maioria dos animais esfrega focinhos uns nos outros como gesto de afeto, enquanto alguns gostam de “dar uns amassos” como os humanos.
Os bonobos (ou chimpanzés pigmeus, espécie talvez mais próxima do ancestral comum ao homem e ao chimpanzé- proximo post vou falar sobre eles),
por exemplo, inventam toneladas de motivos para fazer a troca de salivas. Eles se beijam após brigas, para se confortarem, para desenvolverem vínculos sociais, e algumas vezes sem nenhum motivo aparente—assim como nós.Atualmente, a teoria mais aceita é que os humanos se beijam porque isso ajuda a farejar um parceiro de qualidade. Quando nossos rostos se aproximam, nossos feromônios “conversam”— trocando informação biológica sobre a possibilidade destas duas pessoas gerarem uma cria forte.

As mulheres, por exemplo, subconscientemente preferem o cheiro de homens cujos genes para certas proteínas do sistema imunológico sejam diferentes dos seus genes. Este tipo de par
poderia gerar crias com sistemas imunológicos mais resistentes, e melhores chances de sobrevivência. Ainda assim, muitos ficam satisfeitos com a explicação que os humanos se beijam porque é bom.

Nossos lábios e línguas estão cheios de terminações nervosas, que ajudam a intensificar todas aquelas sensações atordoantes da paixão, ao pressionarmos nossa boca na de alguém. Experimentar estas sensações, em geral, não nos leva a pensar muito sobre o porquê beijamos— ao invés disso, nos leva a encontrar maneiras de fazê-lo com mais feqüência.