Qual a religião que você segue? Eu sou católica, mas católica torta, pq não frequento tanto a igreja como deveria. O que eu posso dizer veementemente é que sou Cristã, e isso é mais forte em mim que qualquer religião que eu possa aderir.
Sinto curiosidade de conhecer outras religiões. O que mais me atrai é a espirita, bem mística, que dá um conforto maior para os nossos mortos etc e tal. Mas ao mesmo tempo até sinto um medo. Medo do desconhecido todo mundo tem né? E ao mesmo tempo desconfio que nessa religião há muito charlatão que prega para ganhar dinheiro dos bestas (isso qualquer religião pode ter).
Aquele Doutor Fritz por exemplo... Que opera com poucos recursos e diz que tira a doença da pessoa. A uns meses minha mãe, tia e tio, e irmã foram ver ele quando estiveram aqui na cidade.
Era uma multidão de gente para ser curada. Elas começaram a desconfiar quando que viram que para serem operadas tinham que comprar remedios por 7 reais cada. Aí voces podem dizer, Ah só isso! Besteira é barato. MAs se a pessoa tiver 8 enfermidades diferentes, é 8 X 7= 56. Para depois não dar em nada. E pior, muitas pessoas que não tem nem dinheiro acredita, e ficam pedindo dinheiro aos outros para comprar, em vez de comprar remédio de verdade da farmácia, não ervas que não dão em nada. Uma mulher foi pedir um remedio, a mulher grosseiramente disse que tava faltando mas que outro que tinha servia, era a mesma coisa. TUDO para vender, tudo para tirar proveito de um pobre coitado iludido.
Aí o Dr Fritz chega e pergunta, "quem quer ser operado com a faca?" "Quem quer ser operado de agulha?" com aquela voz que finge ser Alemão e não é. MInha Tia disse, "se ele é Alemão porque não fala Alemão?!" Outra enganação! Aí o povo responde, AGULHA, então o Dr Fritz diz debochando: BAndo de gente FROUXO! O pobre homem quer tirar uma bala das costas (que ficou e nunca saiu), ele entra com uma agulha no nariz para "tirar" a bala espiritualmente falando, e durante a cirurgia ele coloca uma gase embebido com um liquido para o homem não sentir nada, e o coitado pensa que não sentiu nada pela intervenção dos espíritos! Quanta bobagem! E a bala nem saiu, só desaparece. Gente a bala não tava no nariz , era nas costas. E o que ele enfiou não foi uma máquina moderna que retira não! Foi com uma agulha!
O povo da minha família viu quanta coisa absurda estava acontecendo e deu meia volta. A dor do cara vai chegar quando acabar o efeito do anestésico local. Fora as inflamações que podem ocorrer ao entrar um corpo estranho. Ainda bem que era descartável a agulha!
Se alguém tem alguma coisa para falar, pode deixar aqui seu recado.
Bom resto de semana!
terça-feira, 17 de junho de 2008
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Poesia para os sonhadores e não sonhadores
Já que nunca mais escrevi uma poesia minha, aqui vai uma, que de alguma forma tem a ver com o que estou passando agora, sonhar em um futuro independente, bem remunerada, realizada profissionalmente, casada com o homem que amo, tendo 2 filhos (Yasmin e Johann) e feliz! E até uma indireta para mim mesma, se caso eu consiga a bolsa de estudos, decidir depois se jogo tudo de estabilidade para cima (o trabalho no Estado) para cima e ficar com 10 meses de bolsa (ganhando mais que no Estado e me dedicando ao doutorado) ou não.
Aqui vai a obra prima de pelo menos uns 10 anos de idade hehehe:
Aqui vai a obra prima de pelo menos uns 10 anos de idade hehehe:
Sonhar é Preciso...
Eu sei que Meus Versos para você são ilusôes incríveis
Mas é só para te fazer acreditar
Que sonhos também são possíveis
Basta só querer realizar
Quem não sonha não tem esperança
Não vive nem alcança
Que mal há então em querer sonhar?
A felicidade pode até bater na sua porta
Mas quem não sonha não se importa
Se ela vai querer entrar
Se Pessoa diz que navegar é preciso
Dir-lhe-ei que sonhar também o é
Pois, o que faz um marinheiro navegar o bravo mar?
Por acaso não é o sonho de querer se aventurar?
Eu sei que Meus Versos para você são ilusôes incríveis
Mas é só para te fazer acreditar
Que sonhos também são possíveis
Basta só querer realizar
Quem não sonha não tem esperança
Não vive nem alcança
Que mal há então em querer sonhar?
A felicidade pode até bater na sua porta
Mas quem não sonha não se importa
Se ela vai querer entrar
Se Pessoa diz que navegar é preciso
Dir-lhe-ei que sonhar também o é
Pois, o que faz um marinheiro navegar o bravo mar?
Por acaso não é o sonho de querer se aventurar?
domingo, 8 de junho de 2008
Dia do beijo
Enfim, chegou o dia do Beijo. Dia 8 de junho faz 6 anos e 3 meses que eu beijei meu amor pela primeira vez. E para comemorar esse dia especial vou colocar aqui a história sobre o beijo. Bom domingo para todos! Quem tem ficante, namorado, marido ou noivo aproveite e beije MUITOOOOOOOO! Para quem não tem, ficar treinando pode ser até bom! Hehehehe
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Um beijo (do latim basium) é o toque dos lábios com qualquer coisa, normalmente uma pessoa. Na cultura ocidental é considerado um gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual - neste último caso, o beijo pode ser também noutras partes do corpo, ou ainda o chamado beijo de língua, em que as pessoas que se beijam mantêm a boca aberta enquanto trocam carícias com as línguas.
Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.
Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reinvidicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II.
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Um beijo (do latim basium) é o toque dos lábios com qualquer coisa, normalmente uma pessoa. Na cultura ocidental é considerado um gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual - neste último caso, o beijo pode ser também noutras partes do corpo, ou ainda o chamado beijo de língua, em que as pessoas que se beijam mantêm a boca aberta enquanto trocam carícias com as línguas.
Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.
Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reinvidicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II.
sábado, 7 de junho de 2008
Aniversário de 6 anos e 3 meses de namoro! (PARTE 4)
Tenho que dizer que amigos nessas horas foram importantes para fazer ele tomar essa decisão tão importante em me pedir em namoro. Amigos em comum (a nós dois) fizeram ele refletir e ver que não custava tentar entrar em outro relacionamento, mesmo que em tão pouco tempo.

Em resumo, foi assim que aconteceu. E eu não me arrependo de ter escrito aquela carta, pois foi através dela que ele soube dos meus sentimentos. Essa lição de externar sentimentos por carta aprendi com o tempo, com minhas paixões platônicas, que as pessoas nunca sabiam que eu estava apaixonada. Mesmo que a gente expresse nossos sentimentos e leve um NÃO como resposta, é melhor sofrer rápido do que sofrer lentamente arrependida do que não teve coragem de fazer.

É isso, espero que tenham gostado desse jornal. Amanhã, para comemorar o "dia do beijo", vou colocar uma poesia, só não sei ainda se será de minha autoria. Bom final de semana a todos!

Começamos a namorar dia 6 de março, com o pedido dele. O pedido de namoro na aula de zoologia (outra que pagamos juntos a noite) quando ele escreveu a pergunta: quer namorar comigo? E eu escrebi: SIM! Saímos no final da aula meio encabulados. E eu envergonhada por estarmos na faculdade e por ter sido pega desprevenida com a surpresa, pois nem sonhava mais q isso poderia acontecer, não consegui beijar. Conversamos um tempo para nos conhecer melhor. Deixamos para beijar dia 8, por isso temos dois dias comemorativos. Parece até coisa dos anos 60 né? Mas foi assim...
Em resumo, foi assim que aconteceu. E eu não me arrependo de ter escrito aquela carta, pois foi através dela que ele soube dos meus sentimentos. Essa lição de externar sentimentos por carta aprendi com o tempo, com minhas paixões platônicas, que as pessoas nunca sabiam que eu estava apaixonada. Mesmo que a gente expresse nossos sentimentos e leve um NÃO como resposta, é melhor sofrer rápido do que sofrer lentamente arrependida do que não teve coragem de fazer.
É isso, espero que tenham gostado desse jornal. Amanhã, para comemorar o "dia do beijo", vou colocar uma poesia, só não sei ainda se será de minha autoria. Bom final de semana a todos!

sexta-feira, 6 de junho de 2008
Aniversário de namoro de 6 anos e 3 meses (PARTE 3)
Depois que o avistei na informática e vi que estava pagando uma disciplina com ele de educação, não parava de pensar nele. Só que a Universidade entrou em greve e fiquei sem vê-lo por 3 meses. Quando retornamos as aulas, ele estava namorando com uma irmã de uma colega nossa da Universidade. Deixei para lá, investi em outro sentimento (meio que de internet se é que me entendem). Quando vi, ele estava triste pq a namorada tinha dado um tempo. Eu cheguei perto e quis consolar, e tal, e depois de uma súbita inspiração escrevi uma carta, e pedi para ele ler em casa. Essa carta sumiu, hehehehe até hoje a gente não sabe onde foi parar.Daí ele disse que não podia se comprometer com ninguem por ainda estar ligado com ela. E não queria me magoar.
Uma semana depois ela acabou o namoro, e ele me pediu em namoro.
Ainda tem mais da história, não perca os últimos capítulos dessa minissérie amanhã! ;)
Hoje é o dia que comemoramos o nosso aniversário. Dia 8 será o dia do primeiro beijo! Não entendeu essa do beijo? Então leia mais amanhã. Tem mais da história, não perca os últimos capítulos dessa minissérie amanhã até o dia 8! ;)
Feliz aniversário amor! Que tenhamos mais e mais anos para comemorar! Boa noite a todos!
quinta-feira, 5 de junho de 2008
aniversário de 6 anos e 3 meses de namoro (PARTE 2)
Continuando... Sete anos depois, quando já estava na Universidade (pois em 1996 eu tinha 16 anos, e ainda nem sabia que curso eu iria fazer), eu inventei de pagar umas disiciplinas a noite, pois meu curso de ciências biológicas era DIURNO. Aí me vejo olhando descasaradamente para um rapaz na sala de informática, olho ele todinho, de baixo para cima e sinto aquele coração batendo forte. Coisa que sempre aconteceu nas minhas apaixonites agudas. Mas dessa vez ia ser diferente, pq nós começamos depois de uns 4 meses, o namoro. Mas a história não termina aqui, amanhã tem mais. Esperem e verão!

quarta-feira, 4 de junho de 2008
Aniversário de namoro, 6 anos e 3 meses (PARTE 1)
Em homenagem aos meus 6 anos e 3 meses de namoro que vou fazer dia 6 de junho, vou contar em uma semana como tudo começou, a partir de hoje, dia 4 de Junho até dia 7 de junho. Em doses homeopáticas para vocês não enjoarem. ...
Em meados de 2000 eu escrevi essa poesia (baiaxo) , estava assim, confusa, anciosa por um amor que procurava e nunca encontrava. Hoje vejo que procurei nos cantos errados, onde ele não estaria com centeza.
Na hora certa o destino nos juntou. Acho que o destino já havia tentado antes fazer nos encontrar .
Em 1996, quando eu estava indo muito para a Igreja de Santo Antônio, para fazer parte de um grupo de jovens por interesses não muito santos, hehehe, estava apaixonada por um rapaz que só queria amizade, e para isso estava nesse grupo, para tão somente vê-lo, e quem sabe ter alguma oportunidade de namorá-lo. Saí da missa a noite, depois da reunião, e vi uma noiva bonita entrando na igreja. COm a manga comprida. Era uma verdadeira mulata.
Hoje, pelas datas que bateram, e por esse dia ter sido o aniversário da minha prima que estava comigo nessa missa, sei que foi o casamento da cunhada do meu noivo. E que nesse dia ele já estava lá, com a minha futura sogra, na igreja. Por pouco não nos cruzamos. Não foi nesse dia que nos vimos. Nas outras partes vou contar como nos conhecemos. A seguir, uma poesia feita por mim, mostrando como eu estava por dentro, a procura de alguém especial.
A seguir, próximos capítulos da história! Não percam!
Em meados de 2000 eu escrevi essa poesia (baiaxo) , estava assim, confusa, anciosa por um amor que procurava e nunca encontrava. Hoje vejo que procurei nos cantos errados, onde ele não estaria com centeza.
Na hora certa o destino nos juntou. Acho que o destino já havia tentado antes fazer nos encontrar .
Em 1996, quando eu estava indo muito para a Igreja de Santo Antônio, para fazer parte de um grupo de jovens por interesses não muito santos, hehehe, estava apaixonada por um rapaz que só queria amizade, e para isso estava nesse grupo, para tão somente vê-lo, e quem sabe ter alguma oportunidade de namorá-lo. Saí da missa a noite, depois da reunião, e vi uma noiva bonita entrando na igreja. COm a manga comprida. Era uma verdadeira mulata.
Hoje, pelas datas que bateram, e por esse dia ter sido o aniversário da minha prima que estava comigo nessa missa, sei que foi o casamento da cunhada do meu noivo. E que nesse dia ele já estava lá, com a minha futura sogra, na igreja. Por pouco não nos cruzamos. Não foi nesse dia que nos vimos. Nas outras partes vou contar como nos conhecemos. A seguir, uma poesia feita por mim, mostrando como eu estava por dentro, a procura de alguém especial.
Tesouro escondido
Pensamentos voam confusos
Agonia chega sem previsão
Bate coração!
Quando isso vai parar?
Queria ser como o mar
Tranquilo e sereno em aparência
Tão bem feito que ninguém enxerga o seu essencial
Que está guardado em um lugar especial
No qual só Deus sabe onde encontrar
Mas, enfim, não se pode imitar a perfeita natureza
As artes de Deus são únicas
E se ele não me deu essa esperteza
Eu não posso fazer nada a não ser
Tentar não me sufocar
Por vezes não me sinto conformada(o)
Quero achar um meio para que esse meu fado
Não seja saturado de lamentos e de dor
E que em breve
Eu possa achar o meu verdadeiro amor
Esse vai ser o meu tesouro, a minha tração
Um tesouro bem escondido
Em um lugar impossivel de alguém achar
Não vai estar no fundo do mar
E sim nas profundezas do coração
(Ingrid Vilar Accioly - Guinga)
Agonia chega sem previsão
Bate coração!
Quando isso vai parar?
Queria ser como o mar
Tranquilo e sereno em aparência
Tão bem feito que ninguém enxerga o seu essencial
Que está guardado em um lugar especial
No qual só Deus sabe onde encontrar
Mas, enfim, não se pode imitar a perfeita natureza
As artes de Deus são únicas
E se ele não me deu essa esperteza
Eu não posso fazer nada a não ser
Tentar não me sufocar
Por vezes não me sinto conformada(o)
Quero achar um meio para que esse meu fado
Não seja saturado de lamentos e de dor
E que em breve
Eu possa achar o meu verdadeiro amor
Esse vai ser o meu tesouro, a minha tração
Um tesouro bem escondido
Em um lugar impossivel de alguém achar
Não vai estar no fundo do mar
E sim nas profundezas do coração
(Ingrid Vilar Accioly - Guinga)
A seguir, próximos capítulos da história! Não percam!
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