"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"A-Antoine de Saint-Exupéry
Exupéry

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Aniversário de namoro, 6 anos e 3 meses (PARTE 1)

Em homenagem aos meus 6 anos e 3 meses de namoro que vou fazer dia 6 de junho, vou contar em uma semana como tudo começou, a partir de hoje, dia 4 de Junho até dia 7 de junho. Em doses homeopáticas para vocês não enjoarem. ...



Em meados de 2000 eu escrevi essa poesia (baiaxo) , estava assim, confusa, anciosa por um amor que procurava e nunca encontrava. Hoje vejo que procurei nos cantos errados, onde ele não estaria com centeza.
Na hora certa o destino nos juntou. Acho que o destino já havia tentado antes fazer nos encontrar .
Em 1996, quando eu estava indo muito para a Igreja de Santo Antônio, para fazer parte de um grupo de jovens por interesses não muito santos, hehehe, estava apaixonada por um rapaz que só queria amizade, e para isso estava nesse grupo, para tão somente vê-lo, e quem sabe ter alguma oportunidade de namorá-lo. Saí da missa a noite, depois da reunião, e vi uma noiva bonita entrando na igreja. COm a manga comprida. Era uma verdadeira mulata.

Hoje, pelas datas que bateram, e por esse dia ter sido o aniversário da minha prima que estava comigo nessa missa, sei que foi o casamento da cunhada do meu noivo. E que nesse dia ele já estava lá, com a minha futura sogra, na igreja. Por pouco não nos cruzamos. Não foi nesse dia que nos vimos. Nas outras partes vou contar como nos conhecemos. A seguir, uma poesia feita por mim, mostrando como eu estava por dentro, a procura de alguém especial.



Tesouro escondido

Pensamentos voam confusos
Agonia chega sem previsão
Bate coração!
Quando isso vai parar?
Queria ser como o mar
Tranquilo e sereno em aparência
Tão bem feito que ninguém enxerga o seu essencial
Que está guardado em um lugar especial
No qual só Deus sabe onde encontrar
Mas, enfim, não se pode imitar a perfeita natureza
As artes de Deus são únicas
E se ele não me deu essa esperteza
Eu não posso fazer nada a não ser
Tentar não me sufocar
Por vezes não me sinto conformada(o)
Quero achar um meio para que esse meu fado
Não seja saturado de lamentos e de dor
E que em breve
Eu possa achar o meu verdadeiro amor
Esse vai ser o meu tesouro, a minha tração
Um tesouro bem escondido
Em um lugar impossivel de alguém achar
Não vai estar no fundo do mar
E sim nas profundezas do coração
(Ingrid Vilar Accioly - Guinga)



A seguir, próximos capítulos da história! Não percam!

2 comentários:

Mário disse...

Os encontros são sempre interessantes e tê uma áurea de mistério e coincidências improváveis. Legal isso: o fio do destino desenrolando até unir as pontas que devem permanecer juntas.

Adelino disse...

Muito romântico, Ingrid.
Outro dia perguntei para uma sobrinha onde estava o namorado dela. E ela: - Está por aí, mas ainda não nos cruzamos...
Beijos. Bom final de semana. E meu parabéns.